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Carla Sarni, sócia-fundadora da Sorridents, é envolvida em polêmica.

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Em gravação, Carla Sarni, CEO do Grupo Salus e ex-sócia de Giovanna Antonelli, grita com funcionários exigindo que pressionem franqueados.
Áudio: “É para pressionar, não é para conversar com franqueado”, diz ex-sócia de Giovanna Antonelli

Além das denúncias formais protocoladas no Ministério Público de São Paulo (MPSP), franqueados de empresas do Grupo Salus — responsável por diversas franquias, entre elas a Giolaser, especializada em depilação e tratamentos estéticos – relatam uma rotina de ofensas, ameaças e medo.

Fundado por Carla Sani, o Grupo Salus conta, de acordo com balanço último divulgado pela empresa, com 863 franquias de marcas, como Sorridents, de clínicas odontológicas; Olhar Certo, de oftalmologia; Amo Vacinas; e a Giolaser, que estampava a atriz global como “dona” e garota-propaganda. O grupo reportou faturamento de R$ 1 bilhão em 2023.

O que diz o Grupo Sallus

Em nota, o Grupo Salus afirma que a gravação “foi tirada de contexto”. ”Com mais de três décadas de atuação no mercado, o Grupo Salus construiu uma trajetória sólida, pautada no profissionalismo, na ética, na excelência operacional e no respeito inegociável aos seus franqueados, consumidores e parceiros”, diz o texto.

A nota continua: “Ao longo desses mais de 30 anos, jamais tivemos nossa credibilidade colocada em xeque, ao contrário, conquistamos a confiança do mercado justamente pela consistência com que conduzimos nossos negócios”.

“Nos últimos dias, um áudio tirado completamente de contexto tem sido amplificado como se refletisse a realidade da nossa operação. Lamentamos que inverdades e distorções estejam sendo divulgadas com o objetivo claro de gerar ruído e instabilidade. A verdade precisa ser dita: o advogado que se apresenta como porta-voz de um grupo expressivo de franqueados representa, na prática, um único cliente, um grupo específico que faz parte da rede há 18 anos, que obteve ganhos milionários ao longo desse período, e que está se desligando da rede por não cumprir obrigações contratuais, como o pagamento de taxas devidas, apesar de plenamente capaz de fazê-lo”, afirma
“A tentativa de criar uma narrativa de “exploração” ou de “esquema piramidal” é revanchista e infundada. É importante que fique claro: esse grupo, agora escondido sob o manto do anonimato, evita se apresentar publicamente porque sabe que, diante da exposição completa dos fatos, não há espaço para distorções, apenas para a verdade.”

Por fim, a nota diz: “Seguimos confiantes e firmes no nosso propósito, com uma rede composta majoritariamente por franqueados e líderes comprometidos, que compartilham dos nossos valores e do compromisso com o crescimento sustentável e transparente.”

A equipe jurídica da atriz afirmou, por meio de nota, que “Giovanna Antonelli está sendo vítima de litigância predatória (uma maneira de usar a Justiça de forma mal-intencionada para lucrar ou manipular situações), criada com fundamentos falsos e utilizando seu nome para dar importância e visibilidade a questões que envolvem apenas relações contratuais entre franqueadora e franqueados, não havendo qualquer conduta ou participação da atriz nos contratos de franquia”.

“A verdade é que os autores dessa incabível demanda estão a aproveitar da imagem da atriz para atribuir notoriedade à causa, o que fazem como uma clara estratégia para iludir e confundir”, continua o texto.
“Giovanna cedeu sua imagem e deteve participação minoritária no negócio da franqueadora, e nunca exerceu a gerência dos negócios empresariais.”

“A única responsável por contratos de franquia é a empresa que gerencia o negócio franqueado, o grupo Salus. Assim, qualquer lesão entre a empresa franqueada e a empresa franqueadora, se realmente existiu, deve ser apurada entre empresas responsáveis que realizaram os negócios empresariais”, encerra a nota.

Fonte: site Metrópole

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