{"id":23180,"date":"2005-05-01T00:00:00","date_gmt":"2005-05-01T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/paralisia-facial-e-parestesia-condutas-terapeuticas.html"},"modified":"2012-05-29T12:11:07","modified_gmt":"2012-05-29T15:11:07","slug":"paralisia-facial-e-parestesia-condutas-terapeuticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/paralisia-facial-e-parestesia-condutas-terapeuticas\/","title":{"rendered":"Paralisia Facial e Parestesia: condutas terap\u00eauticas"},"content":{"rendered":"<p><P>&nbsp;<BR>Autores:Luciana Granado Lage* &#8211; Rivail Antonio S\u00e9rgio Fidel J\u00fanior* &#8211; Roberto Elias** &#8211; Fernando Fadel** &#8211; Jayme Guitmann**<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Resumo<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Os achados sobre Paralisia Facial e Parestesia s\u00e3o muito comuns em Odontologia. Tais patologias com etiologias parecidas, por\u00e9m com progn\u00f3sticos diferentes, se caracterizam basicamente pela interrup\u00e7\u00e3o do influxo nervoso de qualquer segmento do nervo afetado. Neste trabalho ser\u00e3o descritas, com base em revis\u00e3o de literatura, condutas estomatol\u00f3gicas e relacionadas a m\u00e9todos de diagn\u00f3stico e terap\u00eauticas, frente a essas patologias.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Palavras-chaves<\/STRONG>: paralisia facial; parestesia; condutas terap\u00eauticas.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Abstract<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>The discoveries on Facial Palsy and Paresthesy are very common in dentistry. Such pathologies with similar etiologies, even so with different prognostics, are characterized basically by the interruption of the nervous influx of any segment of the affected nerve. In this work they will be described, with base in literature revision, dentistry conducts related to diagnosis methods and therapeutics, front to those pathologies.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Keywords<\/STRONG>: facial paralsy; paresthesy; therapeutic conducts.<\/P><br \/>\n<P>Alunos do curso de Odontologia da Universidade Salgado de Oliveira &#8211; UNIVERSO &#8211; Brasil *<BR>Professores do curso de gradua\u00e7\u00e3o de Odontologia: Cirurgia Buco Maxilo Facial da UNIVERSO- Brasil **<\/P><br \/>\n<P><BR><STRONG>Introdu\u00e7\u00e3o<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>O nervo facial, VII par craniano, \u00e9 respons\u00e1vel pelos <STRONG>movimentos da face<\/STRONG>, ou seja, da m\u00edmica facial, e quando lesado cessa os movimento musculares da hemiface afetada desde o superc\u00edlio at\u00e9 a boca. Dentre as causas da paralisia facial, temos: idiop\u00e1tica, traum\u00e1tica, infecciosa, neoplasia, metab\u00f3lica, cong\u00eanita, vascular e t\u00f3xica. Devemos saber diferenciar as <STRONG>paralisias das parestesias<\/STRONG>, sendo a \u00faltima, descrita como sensa\u00e7\u00f5es estranhas de &#8220;formigamento&#8221; na \u00e1rea compreendida pelo nervo afetado.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Revis\u00e3o de Literatura<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P><STRONG>Paralisia Facial<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Segundo Duus (1985) e Santos (2000), a paralisia facial ocorre quando h\u00e1 compress\u00e3o do nervo facial, por algum processo m\u00f3rbido qualquer, na regi\u00e3o parot\u00eddea, sendo esta les\u00e3o homolateral, ou seja, o lado afetado ser\u00e1 o lado onde estiver a les\u00e3o.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Etiologia<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>A etiologia da paralisia facial pode ser dividida em: idiop\u00e1tica; traum\u00e1tica; infecciosa; neopl\u00e1sica; metab\u00f3lica; cong\u00eanita; vascular e t\u00f3xicas.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Idiop\u00e1tica ou Paralisia de Bell<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Estudos realizados com pacientes submetidos a r\u00e1pidas oscila\u00e7\u00f5es de temperatura, mostraram que em poucos dias os pacientes apresentaram paralisia hemifacial. Em 80% dos casos ocorreram melhora em poucos dias, mas em 20% dos casos n\u00e3o houve melhora, devido a erros na reorienta\u00e7\u00e3o das fibras nervosas.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Traum\u00e1tica<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>A paralisia facial de ordem traum\u00e1tica pode acometer os indiv\u00edduos sob v\u00e1rias formas, como por exemplo, objetos cortantes, perfurantes, proj\u00e9teis de arma de fogo na face, acidentes automobil\u00edsticos, traumas cir\u00fargicos, entre outros (CHEVALIER 1990; CAMBIER; MASSON; DEHER 1983).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Infecciosa<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Podemos ter algumas les\u00f5es do nervo facial de origem infecciosa, como:<\/P><br \/>\n<P>&#8211; Meniginte: com comprometimento da bainha do nervo craniano, as rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias ou exudativas causam paralisia facial (BENTO; BARBOSA 1994).<\/P><br \/>\n<P>&#8211; Otite: ocorre compress\u00e3o, inflama\u00e7\u00e3o ou mesmo destrui\u00e7\u00e3o do nervo facial, pois a otite pode se apresentar desde uma leve supura\u00e7\u00e3o at\u00e9 a necrose dos ossos (BENTO; BARBOSA 1994).<\/P><br \/>\n<P>&#8211; Herpes Zoster: ocorre por um processo inflamat\u00f3rio agudo em g\u00e2nglios sensitivos, o v\u00edrus atinge &#8211; por um processo desconhecido &#8211; nervos de um mesmo lado de corpo. Ocorre o aparecimento de ves\u00edculas, dores, diminui\u00e7\u00e3o sensibilidade e por fim a paralisia do nervo (MARTINS; KWIECZISKI 1994).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Neoplasias<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>A les\u00e3o ao nervo facial pelas neoplasias se d\u00e1 por compress\u00e3o do nervo, bem como destrui\u00e7\u00e3o do mesmo. As neoplasias mais comuns s\u00e3o: da gl\u00e2ndula par\u00f3tida, do tronco cerebral e quarto ventr\u00edculo, do \u00e2ngulo ponto cerebelar na base do cr\u00e2nio (CHEVALIER 1990).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Metab\u00f3licos<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Em <A href=\"http:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/default2.asp?s=eventos2.asp&amp;id=130&amp;titulo=ANAD_promove_seu_15_Congresso_Multidisciplinar_em_diabetes_em_julho\">diab\u00e9ticos<\/A>, a paralisia facial \u00e9 causada por disfun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas. De patogenia mista, de um lado haveria insuficiente circula\u00e7\u00e3o no vasa-neverum do facial, e por outro agiria a defici\u00eancia relativa de aneurisma (MAY 1979).<\/P><br \/>\n<P>Cong\u00eanitas<\/P><br \/>\n<P>H\u00e1 dois tipos de <STRONG>paralisias faciais cong\u00eanitas<\/STRONG>, segundo Chevalier (1990).<BR>&#8211; N\u00e3o desenvolvimento dos n\u00facleos celulares pontinos, que dariam origem \u00e0s fibras do nervo facial.<BR>&#8211; <STRONG>Paralisia facial<\/STRONG> do tipo &#8220;Heller&#8221;, que consiste na n\u00e3o forma\u00e7\u00e3o do pavilh\u00e3o da orelha e outras estruturas circunvizinhas.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Vascular<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Um bloqueio na circula\u00e7\u00e3o arterial que nutre o nervo pode causar a paralisia facial (DORRETO, 1998; SANTOS, 2000).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>T\u00f3xicas<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 paralisia facial t\u00f3xica, somente a Toxicose pode causar les\u00e3o isolada do nervo facial, pois as demais les\u00f5es por agentes t\u00f3xicos fariam com que o nervo facial fosse mais um nervo afetado, j\u00e1 que h\u00e1 um quadro de polineuropatia (BENTO e BARBOSA 1994).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Sinais e Sintomas<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>De acordo com estudos de Bento e Barbosa (1994), o paciente afetado pela <STRONG>paralisia facial<\/STRONG> apresenta assimetria da face, tendo a <STRONG>hemiface paralisada<\/STRONG>. O olho do lado afetado est\u00e1 mais aberto, sendo incapaz de fecha-lo, a comissura labial est\u00e1 repuxada assobiar. A sintomatologia apresentada \u00e9 de perda de sensibilidade no lado afetado e perda dos movimentos musculares do lado afetado da face.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Diagn\u00f3stico Diferencial<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Segundo Machado (1993), como diagn\u00f3stico diferencial podemos considerar a <STRONG>paralisia facial central<\/STRONG>, que como sinais, apresenta a parte superior da face poupada (m\u00fasculo orbicular dos olhos), sendo afetada somente o ter\u00e7o inferior da face, diferente da paralisia facial, onde toda hemiface \u00e9 afetada.<\/P><br \/>\n<P>As paralisias faciais perif\u00e9ricas s\u00e3o totais, j\u00e1 nas centrais, pode haver contra\u00e7\u00e3o involunt\u00e1ria da musculatura m\u00edmica como manifesta\u00e7\u00e3o emocional, ou seja, o paciente pode contrair a musculatura do lado afetado quando ri ou chora, mas n\u00e3o os contrai voluntariamente. A paralisia facial \u00e9 homolateral, correndo do mesmo lado da les\u00e3o e as paralisias centrais s\u00e3o contralaterais, ocorrem do lado oposto da les\u00e3o.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Tratamento<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Antes de iniciarmos o tratamento devemos analisar primeiramente a etiologia da paralisia facial, pois, se estivermos diante de uma infec\u00e7\u00e3o, provavelmente ministraremos antibi\u00f3ticos ou antivirais, para tratamento inicial.<\/P><br \/>\n<P>Em casos de compress\u00e3o do nervo facial por edema p\u00f3s-trauma (<STRONG>paralisia facial traum\u00e1tica<\/STRONG>), iremos aguardar para que os movimentos voltem gradativamente, n\u00e3o tendo \u00eaxito, usaremos cortic\u00f3ides (prenidsona), Adour (1982). Outra op\u00e7\u00e3o, segundo Vasconcelos (2001), seria a descompress\u00e3o cir\u00fargica.<\/P><br \/>\n<P>Outra conduta tamb\u00e9m aceita, como descrito por Cintra et al. (1957) podem ser com tratamento medicamentoso, tendo assim a vitamina B1, e o complexo B, associadas \u00e0 estricnina na dose de 1mg por ampola, em inje\u00e7\u00f5es intramusculares di\u00e1rias, at\u00e9 atingir 12 ampolas (este \u00e9 um tratamento cl\u00e1ssico). Outra forma seria o uso de cortisona, 100mg a cada 6 horas durante os dois ou tr\u00eas primeiros dias, para que, se houver melhora, haver um espa\u00e7amento entre as doses iniciais. Neville et al. (1998), descrevem que n\u00e3o h\u00e1 um tratamento efetivo para a paralisia de Bell, os sintomas tendem a regredir dentro de um a dois meses, embora haja uma melhora com o uso de histamina ou medicamentos vasodilatadores.<\/P><br \/>\n<P>Temos algumas outras condutas terap\u00eauticas como exemplo, a crioterapia, Rodrigues (1995), utilizada a mais de 100 anos para tratamento de disfun\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas e traum\u00e1ticas, esta t\u00e9cnica consiste em utilizar pedras de gelo na hemiface afetada com movimentos r\u00e1pidos, agindo na musculatura de maneira que haja uma despolariza\u00e7\u00e3o das fibras nervosas, gerando est\u00edmulo ao m\u00fasculo para que se contraia.<\/P><br \/>\n<P>Temos tamb\u00e9m, como descrito por Clayton (1999), a eletroterapia, que \u00e9 um est\u00edmulo sensitivo\/motor \u00e0 musculatura, onde \u00e9 escolhida uma corrente adequada onde teremos o tempo de pulso e intensidade de corrente para cada caso, de acordo com o eletrodiagn\u00f3stico pr\u00e9vio, que \u00e9 um m\u00e9todo de diagn\u00f3stico realizado com corrente galv\u00e2nica interrompida e exponencial, facilitando assim a escolha de tempo de dura\u00e7\u00e3o, varia\u00e7\u00e3o de tempo de intensidade e freq\u00fc\u00eancia dos est\u00edmulos. Caso n\u00e3o haja o eletrodiagn\u00f3stico pr\u00e9vio, estaremos aumentando poss\u00edveis efeitos colaterais, como a contratura muscular.<\/P><br \/>\n<P>Outro tipo de tratamento utilizado \u00e9 a termoterapia, onde iremos utilizar o calor superficial, atrav\u00e9s de compressas quentes pela radia\u00e7\u00e3o infravermelha, aumentando o metabolismo e diminuindo a tens\u00e3o Krussen (1998).<BR>A cinesioterapia consiste em uma boa terap\u00eautica, onde ser\u00e3o realizados exerc\u00edcios como contra\u00e7\u00e3o e relaxamento, objetivando desde a estimula\u00e7\u00e3o motora at\u00e9 o fortalecimento muscular. O paciente ir\u00e1 se aproximar de um espelho, e diante dele ir\u00e1 realizar movimentos pr\u00e9-estabelecidos pelo profissional (DANIELS e WARTHINGHAM, 1987).<BR>Publicidade<BR>&nbsp;<\/P><br \/>\n<P><BR>Outra conduta terap\u00eautica, segundo Boigey (1996), \u00e9 a massoterapia. Quando o m\u00fasculo se encontra encurtado ou em contratura, tenta-se o relaxamento do mesmo atrav\u00e9s de massagens, melhorando o fluxo sangu\u00edneo na regi\u00e3o, que ir\u00e1 contribuir para o metabolismo adequado e trofismo tecidual. Al\u00e9m dessas terap\u00eauticas tamb\u00e9m dispomos da acupuntura, do Shiatsu, e mais recentemente, da mobiliza\u00e7\u00e3o neural ou neurodin\u00e2mica, que consiste em restaurar a complac\u00eancia da fibra nervosa e do movimento, e no tratamento, vem a somar para o restabelecimento do paciente afetado.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>PARESTESIA<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>A parestesia consiste em sensa\u00e7\u00f5es desagrad\u00e1veis, mais ou menos permanentes que traduzem irrita\u00e7\u00e3o de nervos perif\u00e9ricos sensitivos ou de ra\u00edzes posteriores. As parestesias freq\u00fcentemente se associam \u00e0 dor e costumam se traduzir principalmente por &#8220;formigamento&#8221; (SANVITO, 2000).<\/P><br \/>\n<P>Machado (1993), diz que as parestesias s\u00e3o sensa\u00e7\u00f5es estranhas, onde n\u00e3o h\u00e1 a total perda de sensibilidade, mas Rowland (1997) cita que as parestesias s\u00e3o sensa\u00e7\u00f5es anormais espont\u00e2neas, descritas como uma sensa\u00e7\u00e3o de &#8220;formigamento&#8221;. Sendo reconhecidas por qualquer pessoa que j\u00e1 recebeu uma inje\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sico local em tratamentos odontol\u00f3gicos. Quando n\u00e3o persistem, as parestesias podem n\u00e3o indicar uma les\u00e3o neurol\u00f3gica, mas j\u00e1 quando persistentes, indicam anormalidade das vias sensoriais. Segundo Madi (2000), as causas da parestesia podem ser as seguintes: (1) uma agress\u00e3o traum\u00e1tica; (2) agress\u00e3o que parte dos tecidos circundantes (inflama\u00e7\u00e3o, tumor que comprime o nervo, ou que, como a inflama\u00e7\u00e3o lhe ultrapassa os envolt\u00f3rios e o invade); (3) les\u00f5es vasculares (neuropatias vasculares); (4) inflama\u00e7\u00e3o do nervo.<\/P><br \/>\n<P>Em Odontologia \u00e9 comum encontrar casos de parestesia, em pacientes que foram submetidos a exodontias, principalmente em terceiros molares inferiores, onde estruturas nobres, como o nervo lingual, o nervo alveolar inferior, nervo bucal, est\u00e3o presentes, sendo assim um movimento mais brusco, ou se houver apenas um toque no nervo, podemos causar <STRONG>parestesia<\/STRONG>. Na literatura n\u00e3o h\u00e1 nenhum tipo de tratamento espec\u00edfico para as parestesias, e sim apenas aguardar para que com o tempo o nervo afetado volte a sua normalidade.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>CONCLUS\u00d5ES<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Como conclus\u00e3o do trabalho, podemos dizer que:<\/P><br \/>\n<P>&#8211; Na <STRONG>paralisia facial<\/STRONG>, temos a inj\u00faria \u00e0 um nervo motor (nervo facial), por isso h\u00e1 paralisia, e na Parestesia relacionada \u00e0 Odontologia, a inj\u00faria \u00e9 em nervo sensitivo (nervo trig\u00eamio), por isso as altera\u00e7\u00f5es de sensa\u00e7\u00e3o.<BR>&#8211; As les\u00f5es em que h\u00e1 seccionamento no nervo requerem neurorrafia, e as sem seccionamento evoluem com boa recupera\u00e7\u00e3o.<BR>&#8211; \u00c9 de suma import\u00e2ncia o <A title=\"consulte Literatura relacionada\" href=\"http:\/\/www.livrariaodontosites.com.br\/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=286&amp;livro=atlas-de-laserterapia-aplicada-a-clinica-odontologica-brugnera-junior-aldo-c\">tratamento<\/A> em equipe multidisciplinar para que os resultados sejam r\u00e1pidos e adequados.<\/P><br \/>\n<P><\/P><br \/>\n<P><FONT size=\"2\" face=\"Verdana\"><STRONG>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/STRONG><BR><BR>ADOUR, K.K. 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Apostila fornecida ao curso de reabilita\u00e7\u00e3o nas paralisias faciais. Rio de Janeiro, 2000.<BR>SANVITO, W. L. Proped\u00eautica Neurol\u00f3gica B\u00e1sica. 6 ed. Ed. Atheneu: S\u00e3o Paulo, 2000.<BR>VASCONCELOS, B. E. C.; DIAS, E.; DANTAS, W.R.; BARROS, E.S. et al. Paralisia facial perif\u00e9rica traum\u00e1tica. Revista Cir. Traumat. Bucomaxilofacial. v.1, n.2, p.13-20, 2001. <BR><BR>&nbsp;<\/FONT><\/P><br \/>\n<P><FONT size=\"2\" face=\"Verdana\">Fonte: <A href=\"http:\/\/www.cispre.com.br\">www.cispre.com.br<\/A> <\/FONT><BR><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terap\u00eautica em Odontologia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[193,28,20,103],"class_list":["post-23180","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cientifico","tag-artigo-cientifico","tag-dentista","tag-odontologia","tag-terapeutica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Paralisia Facial e Parestesia: condutas terap\u00eauticas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Terap\u00eautica em Odontologia\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/paralisia-facial-e-parestesia-condutas-terapeuticas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Paralisia Facial e Parestesia: condutas terap\u00eauticas\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Terap\u00eautica em Odontologia\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/paralisia-facial-e-parestesia-condutas-terapeuticas\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Odontosites - 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