{"id":23174,"date":"2008-09-15T00:00:00","date_gmt":"2008-09-15T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/erros-na-analgesia-local.html"},"modified":"2016-07-29T18:14:25","modified_gmt":"2016-07-29T21:14:25","slug":"erros-na-analgesia-local","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/erros-na-analgesia-local\/","title":{"rendered":"Erros na Analgesia Local"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segabinazi, A.C.; Reis, B.L.; Silva, I.P.; Ribeiro, V.M.<\/p>\n<p>Disciplina Cirurgia II &#8211; UVA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Anestesia Local foi definida como a perda de sensibilidade em uma \u00e1rea circunscrita causada pela depress\u00e3o da excita\u00e7\u00e3o das termina\u00e7\u00f5es nervosas ou pela inibi\u00e7\u00e3o do processo de condu\u00e7\u00e3o dos nervos perif\u00e9ricos, sem indu\u00e7\u00e3o de inconsci\u00eancia. Essa perda de sensibilidade se d\u00e1 pela inje\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia anest\u00e9sica pr\u00f3xima aos nervos sensoriais.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.odontosites.com.br\/artigos\/cientifico\/imagens\/tubete.jpg\" alt=\"\" align=\"baseline\" border=\"0\" hspace=\"0\" \/><\/p>\n<p>As complica\u00e7\u00f5es anest\u00e9sicas locais n\u00e3o ocorrem com tanta freq\u00fc\u00eancia, considerando a sua assiduidade, por se tratarem de procedimentos simples para profissionais capacitados e administra\u00e7\u00e3o de pequenas concentra\u00e7\u00f5es e volumes de anest\u00e9sicos locais, sendo causada por qualquer desvio do padr\u00e3o de normalidade, ora por falhas na fabrica\u00e7\u00e3o dos materiais utilizados, ora por falha na t\u00e9cnica de anestesia, tendo esta \u00faltima sua etiologia nos erros profissionais e nas varia\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas de um determinado paciente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Revis\u00e3o da Literatura e Discuss\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1. Dos Materiais Utilizados<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao produto anest\u00e9sico, a anestesia pode fracassar porque est\u00e1 fora do prazo de validade ou em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es. Outros motivos de fracasso s\u00e3o hipodosifica\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sico no tubete, armazenamento inadequado podendo causar contamina\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica. Problemas com o tubete mais comuns: bolha no tubete, rolha extrusa, rolha pegajosa, corros\u00e3o da tampa, &#8220;ferrugem&#8221; na tampa e tubete quebrado.<\/p>\n<p>A boa elei\u00e7\u00e3o do produto \u00e9 essencial. Elegendo um mau produto em rela\u00e7\u00e3o com o tipo e a dura\u00e7\u00e3o da interven\u00e7\u00e3o o resultado pode ser um fracasso. Par\u00e2metros como per\u00edodo de lat\u00eancia, a profundidade, a dura\u00e7\u00e3o, a toler\u00e2ncia e a aus\u00eancia de efeitos colaterais s\u00e3o especialmente valorizados na hora de selecionar o anest\u00e9sico local.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. Falhas na T\u00e9cnica Anest\u00e9sica<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2.1. Do Profissional<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dor<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A dor na inje\u00e7\u00e3o persiste como uma freq\u00fcente fonte de ansiedade para alguns pacientes. Os anest\u00e9sicos tipo amida, por exemplo a lidoca\u00edna e a bupivaca\u00edna, s\u00e3o conhecidos por sua propens\u00e3o a causar desconforto quando s\u00e3o infiltrados.<\/p>\n<p>As principais causas de dor \u00e0 inje\u00e7\u00e3o s\u00e3o: t\u00e9cnica de inje\u00e7\u00e3o descuidada e atitudes insens\u00edveis. A pun\u00e7\u00e3o e les\u00e3o de um determinado nervo tamb\u00e9m podem ocasionar dor que persistir\u00e1 horas ou dias, al\u00e9m de les\u00f5es dos tecidos gengivais e, sobretudo do peri\u00f3steo.<\/p>\n<p>Para prevenir tal evento, devem-se seguir as t\u00e9cnicas apropriadas de inje\u00e7\u00e3o, respeitando limites anat\u00f4micos; usar de condutas psicol\u00f3gicas adequadas para com o paciente; utilizar solu\u00e7\u00f5es anest\u00e9sicas est\u00e9reis e injet\u00e1-las lentamente; certificar-se da temperatura desta solu\u00e7\u00e3o, pois se estiver muito quente ou muito fria, sua inje\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais desconfort\u00e1vel do que se estivesse \u00e0 temperatura ambiente.<\/p>\n<p>N\u00e3o requer tratamento, mas deve-se sim tomar as devidas medidas j\u00e1 citadas para evitar sua ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quebra da Agulha<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quebra da agulha, segundo Garcia-Pe\u00f1\u00edn\u00b9, pode ser considerada um acidente excepcional. A extra\u00e7\u00e3o tardia de um fragmento de agulha que tenha desaparecido no interior dos tecidos \u00e9 francamente dif\u00edcil e sempre ser\u00e1 realizada sob controle radiol\u00f3gico e a guia de objetos radiopacos.<\/p>\n<p>Imp\u00f5e-se, portanto, usar agulhas de boa qualidade, que o paciente n\u00e3o realize movimentos bruscos inesperados, que usemos uma t\u00e9cnica correta, que n\u00e3o percamos de vista o local da inje\u00e7\u00e3o, que se tente extra\u00ed-la o quanto antes, que informemos ao paciente do acidente e que, se n\u00e3o puder ser feito o devido procedimento, enviar o paciente ao hospital, onde decidir\u00e3o se conv\u00e9m ou n\u00e3o extra\u00ed-la.Dentro desta excepcionalidade, o lugar mais freq\u00fcente de sua ocorr\u00eancia \u00e9 na inje\u00e7\u00e3o a n\u00edvel mandibular, mais especificadamente, na anestesia do nervo alveolar inferior, por\u00e9m tamb\u00e9m h\u00e1 casos descritos de quebra na parte posterior da maxila e que este vem seguido quase sempre de infec\u00e7\u00e3o no local.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hematoma<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, durante a inje\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica, se produzem feridas vasculares e lesionam vasos, ainda que pouco freq\u00fcente. A simples inje\u00e7\u00e3o de um vaso sangu\u00edneo origina uma sa\u00edda de sangue de intensidade vari\u00e1vel segundo a regi\u00e3o injetada e as caracter\u00edsticas do paciente. Pode aparecer um hematoma, especialmente quando um paciente apresenta algum transtorno de hemostasia, que drenar\u00e1 seguindo as vias naturais.<\/p>\n<p>As poss\u00edveis complica\u00e7\u00f5es do hematoma incluem trismo e dor. O edema e a altera\u00e7\u00e3o de cor na regi\u00e3o geralmente desaparecem de 7 a 14 dias, segundo Malamed\u00b2. O bloqueio do nervo alveolar superior posterior \u00e9 o mais comum de ocorrer tal inj\u00faria, seguido pelo nervo alveolar inferior e, finalmente, pelo nervo mentoniano \/ incisivo.<\/p>\n<p>Nem sempre \u00e9 poss\u00edvel evitar o hematoma. Como medidas de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes observar o conhecimento da anatomia normal envolvida na inje\u00e7\u00e3o proposta, deve-se, portanto modificar a t\u00e9cnica de inje\u00e7\u00e3o de acordo com a anatomia do paciente. Quando, mesmo tomando as devidas precau\u00e7\u00f5es, o edema tornar-se evidente durante ou imediatamente ap\u00f3s a inje\u00e7\u00e3o, deve-se aplicar press\u00e3o direta no local da hemorragia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Paralisia Facial<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se de um acidente raro. Keetley e Moles\u00b3, atrav\u00e9s de um estudo com 580 inje\u00e7\u00f5es feitas da maneira descrita, encontraram uma incid\u00eancia de paralisias facial mais alta do que o esperado: 0,3%.<\/p>\n<p>Os exemplos de paralisia facial s\u00e3o citados relacionados, em sua maioria, com a anestesia do nervo alveolar inferior. Pode ser imediata ou deferida: no tipo imediato a paralisia ocorre nos primeiros minutos ap\u00f3s a inje\u00e7\u00e3o, recuperando-se a fun\u00e7\u00e3o quando os efeitos do anest\u00e9sico desaparecem, aproximadamente em 3 horas ou menos.<\/p>\n<p>No tipo deferido, a paralisia pode aparecer v\u00e1rias horas ou at\u00e9 mesmo dias depois ap\u00f3s inje\u00e7\u00e3o. A recupera\u00e7\u00e3o pode acontecer depois de 24 horas a 6 semanas dependendo do grau de dano do nervo.<\/p>\n<p>A paralisia quase sempre pode ser evitada seguindo a t\u00e9cnica correta de bloqueio do nervo alveolar inferior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Paralisia do V\u00e9u Palatino<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Garcia-Pe\u00f1\u00edn\u00b9, se a inje\u00e7\u00e3o e dep\u00f3sito da solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica se realizam na zona posterior ao conduto palatino posterior e se bloqueiam os nervos palatinos m\u00e9dio e posterior, se produzir\u00e3o mol\u00e9stias deglut\u00f3rias e fonat\u00f3rias pela anestesia do palato mole, bem como a paralisia do v\u00e9u palatino e transtornos respirat\u00f3rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parestesia Persistente<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a inje\u00e7\u00e3o de um anest\u00e9sico local, quando a anestesia persiste por dias, semanas ou meses, h\u00e1 maior possibilidade de problemas. \u00c9 uma complica\u00e7\u00e3o perturbadora, mas algumas vezes inevit\u00e1vel, tamb\u00e9m \u00e9 uma das causas mais freq\u00fcentes do processo por imper\u00edcia.<\/p>\n<p>Pode ocorrer depois de uma les\u00e3o nervosa na inje\u00e7\u00e3o. O nervo se regenera lentamente e depois de um per\u00edodo de tempo vari\u00e1vel se recupera a sensibilidade. Dos anest\u00e9sicos mais utilizados, a priloca\u00edna parece ser o agente mais associado a este fato. Na maioria dos casos s\u00f3 h\u00e1 dano parcial, e a parestesia permanece apenas se a les\u00e3o do nervo for grave, apesar de a recupera\u00e7\u00e3o ser incompleta. Atingem preferencialmente regi\u00e3o de l\u00edngua e l\u00e1bio inferior.<\/p>\n<p>A conduta do profissional nestes casos \u00e9 sumariamente a de tranq\u00fcilizar o paciente, examinar o mesmo, observ\u00e1-lo enquanto a insensibilidade persistir. Pode-se continuar o tratamento, evitando readministrar o anest\u00e9sico local na regi\u00e3o do nervo traumatizado. Se a parestesia persistir por mais de um ano, recomenda-se recorrer ao neurologista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trismo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia de trismo \u00e9 pouco comum, se apresenta mais quando se bloqueiam os nervos alveolar inferior e lingual com infiltra\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o posterior da maxila superior, provocando les\u00e3o no m\u00fasculo pterig\u00f3ideo medial. Sabe-se que a lidoca\u00edna com epinefrina, cloroproca\u00edna e piperoca\u00edna produzem danos \u00e0s fibras musculares e \u00e0 vasculariza\u00e7\u00e3o e que a bupivaca\u00edna produz dano somente \u00e0s fibras musculares. A administra\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplas inje\u00e7\u00f5es aumenta o risco de acometimento deste problema.<\/p>\n<p>Segundo Garcia-Pe\u00f1\u00edn\u00b9, o hematoma pode provocar a forma\u00e7\u00e3o de tecido fibroso e o trismo aparece depois de um per\u00edodo de lat\u00eancia de 24 horas, sendo assintom\u00e1tico e pode persistir por v\u00e1rias semanas.<\/p>\n<p>Quando a concentra\u00e7\u00e3o de epinefrina \u00e9 alta, o dano muscular pode ser atribu\u00eddo \u00e0 ela devido a isquemia muscular local. Adicionalmente, sabe-se que a epinefrina deprime o gluc\u00f3geno muscular e incrementa o consumo de oxig\u00eanio. Estes efeitos combinados com a isquemia podem induzir \u00e0 necrose muscular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Edema<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O edema relacionado com a administra\u00e7\u00e3o de anest\u00e9sico local raramente produzir\u00e1 problemas significativos com a obstru\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas. A maioria dos pacientes sentir\u00e1 dor e disfun\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o. Suas principais causas s\u00e3o: traumatismos durante a inje\u00e7\u00e3o, infec\u00e7\u00e3o, alergia, hemorragias e inje\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es irritantes (tubetes contendo \u00e1lcool ou solu\u00e7\u00f5es esterilizantes).<\/p>\n<p>Como forma de preven\u00e7\u00e3o o profissional dever\u00e1 usar t\u00e9cnicas de inje\u00e7\u00e3o atraum\u00e1ticas, realizar uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica adequada do paciente antes da administra\u00e7\u00e3o da droga.<\/p>\n<p>Os edemas causados por inje\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica e por hemorragia n\u00e3o requerem tratamento, mas sim proserva\u00e7\u00e3o do caso. J\u00e1 o causado por infec\u00e7\u00e3o se n\u00e3o regredir em at\u00e9 3 dias, segundo Malamed\u00b2, preconiza-se instituir antibioticoterapia. Por fim, o que merece aten\u00e7\u00e3o especial \u00e9 o edema induzido por alergia que pode levar o paciente ao \u00f3bito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Necrose<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se de um acidente raro, mas n\u00e3o infrequente. A necrose mais t\u00edpica era a da fibromucosa palatina, por se tratar de uma \u00e1rea pouco vascularizada, relacionada \u00e0 inje\u00e7\u00e3o de excessiva quantidade de solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica, sobretudo se esta vier acompanhada de uma grande concentra\u00e7\u00e3o de vasoconstritor. A esca ra se desprende em poucos dias dependendo da extens\u00e3o e, posteriormente, come\u00e7a o processo de cicatriza\u00e7\u00e3o por segunda inten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Deve-se tranq\u00fcilizar o paciente quanto a isso, o tratamento pode ser sintom\u00e1tico, tendo dor, minimizada pelo uso de analg\u00e9sicos e de pomadas t\u00f3picas. Ap\u00f3s a descama\u00e7\u00e3o epitelial, a dura\u00e7\u00e3o do abscesso est\u00e9ril seria de 7 a 10 dias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infec\u00e7\u00e3o no Local da Inje\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O risco de introduzir microorganismos nos tecidos profundos \u00e9 certamente alto na cavidade oral, onde a esteriliza\u00e7\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel e onde uma grande variedade de microorganismos potencialmente pat\u00f3genos constituem a flora normal da boca. Estes podem ser inoculados quando a droga est\u00e1 sendo administrada, causando infec\u00e7\u00e3o nos tecidos em que foi introduzida.<\/p>\n<p>A bact\u00e9ria que causa infec\u00e7\u00e3o pode proceder de 3 fontes: a mesma subst\u00e2ncia que se injeta, o ambiente do consult\u00f3rio dent\u00e1rio e a pr\u00f3pria microflora do paciente.<\/p>\n<p>O desenvolvimento da infec\u00e7\u00e3o depende dos mecanismos de defesa do paciente e do n\u00famero e virul\u00eancia das bact\u00e9rias inoculadas. Os sintomas da infec\u00e7\u00e3o v\u00e3o desde uma mialgia prolongada e disfun\u00e7\u00e3o muscular e a infec\u00e7\u00e3o aguda dos espa\u00e7os tissulares e septicemia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alveolite<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a anestesia intraligamentar h\u00e1 menor incid\u00eancia de alveolite do que com a anestesia infiltrativa ou troncular normal. Contudo, se tem publicado que a incid\u00eancia de alveolite \u00e9 significativamente mais alta depois do uso de lidoca\u00edna comparada com a priloca\u00edna e que o uso de repetidas inje\u00e7\u00f5es e t\u00e9cnicas intraligamentares aumenta a probabilidade deste doloroso problema ap\u00f3s a extra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Les\u00f5es Intra-Orais P\u00f3s Anest\u00e9sicas:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essas les\u00f5es, mormente n\u00e3o s\u00e3o devidas a infec\u00e7\u00f5es bacterianas secund\u00e1rias \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do anest\u00e9sico local, mas sim uma exacerba\u00e7\u00e3o do processo que j\u00e1 estava presente na forma latente. Trata-se principalmente da estomatite aftosa recorrente ou herpes simples que se apresenta como uma les\u00e3o ulcerada na cavidade oral, localizada ao redor da inje\u00e7\u00e3o conferindo sensibilidade aguda nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p>De fato, n\u00e3o h\u00e1 preven\u00e7\u00e3o efetiva, que n\u00e3o seja o diagn\u00f3stico pr\u00e9vio em sua fase prodr\u00f4mica. Nesse caso, a administra\u00e7\u00e3o de agentes anti-virais como o Aciclovir, aplicando 4 vezes ao dia na \u00e1rea afetada minimiza a fase aguda do processo.<\/p>\n<p>Quando a les\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 presente e n\u00e3o h\u00e1 dor intensa n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio tratamento. Caso contr\u00e1rio, o tratamento consistir\u00e1 em manter a \u00e1rea coberta e\/ou anestesiada, como j\u00e1 foi dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2.2. Das Varia\u00e7\u00f5es Anat\u00f4micas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refere-se ao fato de depositar a anestesia em local errado, est\u00e1 relacionado com um conhecimento deficiente da anatomia da regi\u00e3o, sobretudo na anestesia do nervo alveolar inferior. Keetley e Moles\u00b3, estudaram 580 inje\u00e7\u00f5es para a anestesia do nervo alveolar inferior, tiveram \u00eaxito em 91,9% (533) e que as falhas foram exclusivamente devidas a m\u00e1 t\u00e9cnica por parte do pr\u00f3prio dentista.<\/p>\n<p>Para a anestesia do nervo alveolar inferior, h\u00e1 detalhes importantes para se levar em conta:<\/p>\n<p>Agulha:<\/p>\n<p>a) a dire\u00e7\u00e3o da agulha (inferior demais, anterior demais, posterior demais, paralela ao ramo ascendente, medial ao ligamento pt\u00e9rigo-maxilar, muito alta, interna demais).<\/p>\n<p>b) tamanho da agulha: basta usar agulhas de 38 mm, j\u00e1 que \u00e9 flex\u00edvel, n\u00e3o se rompe e ainda com uma agulha larga pode-se chegar perto ou longe do local objetivado.<\/p>\n<p>c) alguns autores preconizam agulhas tipo intramuscular, por serem r\u00edgidas j\u00e1 que grande parte das falhas da anestesia est\u00e1 relacionada ao desvio da agulha durante a inje\u00e7\u00e3o. Hochman e Friedman 4 afirmaram que este desvio \u00e9 um dos elementos que pode reduzir a capacidade de \u00eaxito do bloqueio do nervo alveolar inferior, demonstrando que o uso da t\u00e9cnica da inser\u00e7\u00e3o e rota\u00e7\u00e3o bidirecional minimiza a flex\u00e3o da agulha.<\/p>\n<ul>\n<li>O ramo ascendente com anormalidades de orienta\u00e7\u00e3o ou \u00e2ncora anteroposterior.<\/li>\n<li>O orif\u00edcio do conduto dent\u00e1rio. Em crian\u00e7as est\u00e1 situado mais abaixo que em adultos deste modo, dever\u00e1 injetar a menor altura ou inclinar a agulha pra baixo. Em edentados, ao contr\u00e1rio, est\u00e1 mais acima devido a ap\u00f3fise alveolar remanescente, que no adulto dentado.<\/li>\n<li>Varia\u00e7\u00f5es nervosas. Anastomoses nervosas como a que ocorre nas regi\u00f5es centrais de ambos maxilares, causando sensibilidade do lado oposto. Nos \u00faltimos anos t\u00eam-se feito revis\u00f5es que atualizam alguns detalhes sobre a distribui\u00e7\u00e3o dos ramos do nervo trig\u00eameo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para a anestesia do nervo alveolar inferior mediante a t\u00e9cnica convencional foram descritas tr\u00eas poss\u00edveis falhas na anestesia: os dentes inferiores n\u00e3o se anestesiam completamente (cogita-se a poss\u00edvel sensibiliza\u00e7\u00e3o do nervo milohioideo), o terceiro molar inferior se encontra incompletamente anestesiado algumas vezes (cita-se que as vezes h\u00e1 um ramo aberrante do nervo alveolar inferior que se desprende por cima do forame mandibular e que entraria anterosuperior ao ramo para, recorrendo a seu pr\u00f3prio conduto, sensibilizar o terceiro molar), anestesia incompleta de todos os dentes mandibulares (isto se explica por uma eventual posi\u00e7\u00e3o do forame mandibular, mais alta que a habitual).<\/p>\n<p>A bifurca\u00e7\u00e3o do nervo mandibular, raramente mencionada na literatura, pode ser causa de anestesia inadequada em uma pequena porcentagem de casos. H\u00e1 inerva\u00e7\u00f5es aberrantes que procedem do nervo alveolar superior posterior, auriculo-temporal e ramos do nervo lingual, ou de um ramo retromolar aberrante do nervo mandibular que pode inervar o terceiro molar, sugerindo-se inje\u00e7\u00f5es em locais adicionais, como inje\u00e7\u00f5es bucais e sublinguais.<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica de Gow-Gates tem, a esse respeito, algumas vantagens sobre a t\u00e9cnica convencional de anestesia do nervo alveolar inferior no forame mandibular.<\/p>\n<p>Vantagens<\/p>\n<ul>\n<li>Anestesia profunda das polpas mandibulares e mucosa alveolar, desde o terceiro molar ao incisivo central com uma s\u00f3 inje\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Infrequente inje\u00e7\u00e3o intravascular (deve-se ao dep\u00f3sito da anestesia no lado anterolateral do colo mandibular j\u00e1 que para chegar a esta posi\u00e7\u00e3o, a agulha passa lateral \u00e0s posi\u00e7\u00f5es usuais das art\u00e9rias maxilar interna, alveolar inferior e art\u00e9ria men\u00edngea m\u00e9dia e inferior a art\u00e9ria masseterina). O n\u00famero de aspira\u00e7\u00f5es positivas v\u00e3o desde 1,6 a 1,9 %, sabendo que no bloqueio tradicional est\u00e1 entre 10 e 15 %.<\/li>\n<li>Menor incid\u00eancia de trismo do que com a t\u00e9cnica convencional.<\/li>\n<li>Maior n\u00famero de \u00eaxitos.<\/li>\n<li>Presen\u00e7a de refer\u00eancias anat\u00f4micas constantes.<\/li>\n<li>Raros casos de problemas com anestesia parcial ou incompleta da regi\u00e3o mandibular posterior.<\/li>\n<li>O nervo milohioideo tamb\u00e9m \u00e9 anestesiado, ainda que este contribua para a inerva\u00e7\u00e3o em algum ponto do arco mandibular, estaria bloqueado mediante esta t\u00e9cnica.<\/li>\n<li>Raras ocorr\u00eancias de rea\u00e7\u00f5es adversas.<\/li>\n<li>Vasoconstritores nas solu\u00e7\u00f5es anest\u00e9sicas s\u00e3o dispens\u00e1veis.<\/li>\n<li>Aus\u00eancia de parestesias faciais.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Inconvenientes<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Falta de anestesia do nervo bucal, provavelmente devido ao fato de estar mais distante do lugar onde \u00e9 depositada a anestesia do que se acreditava ou se descreviam nos tratados anat\u00f4micos, j\u00e1 que quando se deposita a anestesia com a boca muito aberta (abertura inerente a pr\u00f3pria t\u00e9cnica anest\u00e9sica), separa-se o lugar do dep\u00f3sito pelo m\u00fasculo pterig\u00f3ideo lateral e sua f\u00e1scia. Tamb\u00e9m se atribui que para anestesia do nervo bucal seria necess\u00e1ria maior quantidade de produto anest\u00e9sico, ou que o paciente teria que estar em posi\u00e7\u00e3o supina; parece que o primeiro \u00e9 mais definitivo para o \u00eaxito que a posi\u00e7\u00e3o do paciente.<\/li>\n<li>Per\u00edodo de lat\u00eancia grande (5-7) minutos.<\/li>\n<li>Receio por parte do dentista durante o per\u00edodo de aprendizado. Com a experi\u00eancia e perseveran\u00e7a obter\u00e1 um \u00eaxito de 95%. Faz-se necess\u00e1rio recordar que a \u00e1rea de anestesia \u00e9 a zona anterolateral do colo do c\u00f4ndilo e n\u00e3o a zona anteromedial. Este erro contribui pra a anestesia desnecess\u00e1ria dos nervos auriculo-temporal, associado a um bloqueio deficiente do nervo bucal.<\/li>\n<li>Grande densidade \u00f3ssea, como falha nas t\u00e9cnicas infiltrativas.<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas de disposi\u00e7\u00e3o do ramo ascendente para a t\u00e9cnica de bloqueio convencional do nervo alveolar inferior.<\/li>\n<li>Grande recobrimento muscular.<\/li>\n<li>Grande quantidade de tecido adiposo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3.0. Do Paciente<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A anestesia tamb\u00e9m pode fracassar por fatores relacionados ao indiv\u00edduo e ao ambiente.<\/p>\n<p>Pacientes muito ansiosos ou com experi\u00eancia de anestesias traum\u00e1ticas. Guisado Moya et al. 5, estudaram o comportamento dos pacientes e encontraram uma rela\u00e7\u00e3o significativa entre ansiedade, m\u00e1 higiene oral, intensidade da dor \u00e0 anestesia local e a efici\u00eancia dos procedimentos cl\u00ednicos rotineiros.A sensibilidade ao anest\u00e9sico, causada por problemas al\u00e9rgicos, conduzir\u00e3o ao fracasso da anestesia.<\/p>\n<p>Se a a\u00e7\u00e3o &#8220;amortecedora&#8221; do tecido se encontra diminu\u00edda ou de o ph \u00e9 menor que o normal (por exemplo, no meio \u00e1cido da inflama\u00e7\u00e3o), ent\u00e3o haver\u00e1 dispon\u00edvel menor quantidade de base livre para a difus\u00e3o atrav\u00e9s dos tecidos e, por conseguinte, o anest\u00e9sico local tem menor atividade.<\/p>\n<p>Outros autores pensam que a inflama\u00e7\u00e3o modifica atividade dos nervos sensoriais perif\u00e9ricos. A inflama\u00e7\u00e3o produz uma \u00e1rea de hiperestesia primaria mediada por subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que diminuem a atividade dos receptores sensoriais. Dado que a inflama\u00e7\u00e3o produz hiperestesia, o menor est\u00edmulo causar\u00e1 uma sensibilidade exacerbada. Esta resposta nervosa aumentada \u00e9 bloqueada de forma menos efetiva por uma mesma quantidade de anestesia. Este problema pode ser resolvido simplesmente mediante o aumento da concentra\u00e7\u00e3o (n\u00e3o necessariamente do volume) do anest\u00e9sico para diminuir o potencial de a\u00e7\u00e3o dos nervos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4.0. Complica\u00e7\u00f5es Relacionadas a Determinadas T\u00e9cnicas Anest\u00e9sicas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Anestesia do nervo alveolar superior anterior \u2013 s\u00e3o raras as complica\u00e7\u00f5es com esta inje\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>A inje\u00e7\u00e3o dos vasos infra-orbit\u00e1rios origina hematomas extensos e alarmantes. Quando se introduz a agulha profundamente pode conduzir o anest\u00e9sico ao interior da \u00f3rbita com as poss\u00edveis complica\u00e7\u00f5es de diplopia e\/ou estrabismo.<\/li>\n<li>Anestesia retrotuberosit\u00e1ria (alveolar superior posterior) \u2013 deve-se evitar a inje\u00e7\u00e3o do plexo venoso pterig\u00f3ideo e o maxilar interno ou da &#8220;bola&#8221; adiposa de Bichat. Caso contr\u00e1rio se formar\u00e1 um hematoma, muito inc\u00f4modo e com grande transcend\u00eancia para a pele que requer v\u00e1rios dias para normalizar. Para reduzir a possibilidade de ocorrer um hematoma, recomenda-se a penetra\u00e7\u00e3o lenta da agulha com intervalos de tempo para permitir que o vaso constritor fa\u00e7a efeito e os vasos sangu\u00edneos se contraiam antes que a agulha chegue a eles.<\/li>\n<li>Anestesia do nervo nasopalatino \u2013 a anestesia profunda conduzir\u00e1 a solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica \u00e0 cavidade nasal e ocorrer\u00e1 hemorragia na \u00e1rea correspondente.<\/li>\n<li>Anestesia do nervo palatino anterior \u2013 se a inje\u00e7\u00e3o e dep\u00f3sito de solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica se realizam na regi\u00e3o posterior do conduto ou se bloqueiam os nervos palatinos m\u00e9dio e posterior se produzir\u00e3o danos deglut\u00f3rios e fonat\u00f3rios por anestesia do palato mole.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 muito freq\u00fcente a necrose da fibromucosa palatina, complica\u00e7\u00e3o inerente ao uso de certos produtos anest\u00e9sicos, a elevada concentra\u00e7\u00e3o de vasoconstritor, assim como o dep\u00f3sito de uma excessiva quantidade de solu\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica.<\/p>\n<p>O melhor modo de tratar uma complica\u00e7\u00e3o \u00e9 que esta n\u00e3o ocorra.<\/p>\n<p>A anestesia local requer respeito e n\u00e3o medo. A hist\u00f3ria cl\u00ednica delatada \u00e9 a melhor maneira de prevenira complica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O dentista deve estar preparado para reconhecer os sintomas e sinais das complica\u00e7\u00f5es citadas neste trabalho, deve estar em dia com os avan\u00e7os no tratamento dessas complica\u00e7\u00f5es e deve dominar as t\u00e9cnicas de ressucita\u00e7\u00e3o cardiopulmonar em colabora\u00e7\u00e3o com suas ajudantes, que estar\u00e3o instru\u00eddas previamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conclu\u00edmos que determinados erros e complica\u00e7\u00f5es por analgesia local podem ser evitados por adequados treinamento e conduta dos profissionais, diante da utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas anest\u00e9sicas corretas, do total conhecimento anat\u00f4mico e suas varia\u00e7\u00f5es, ideal armazenamento das solu\u00e7\u00f5es anest\u00e9sicas bem como dos materiais utilizados e preven\u00e7\u00e3o dessas complica\u00e7\u00f5es. Se, de fato ocorrerem, ter o conhecimento cient\u00edfico para trat\u00e1-las, tranq\u00fcilizar o paciente e instru\u00ed-lo quanto ao erro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1. Garcia- Pe\u00f1in, Apolinar. Riesgos y Complicaciones de Anestesia Local en la Consulta Dental. RCOE 2003; 8: n.1.<\/p>\n<p>2. Malamed, Stanley F. Complica\u00e7\u00f5es locais. Manual de anestesia local. Editora Elsevier. 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o,2005.<\/p>\n<p>3. Keetley A, Moles DR. A clinical audit into the success rate of inferior alveolar nerve block analgesia in general dental practice. Prim Dent Care 2001; 8: 139-42.<\/p>\n<p>4. Hochman MN, Friedman MJ. Un studio in vitro de la flexion de la aguja. La t\u00e9cnica de inserci\u00f3n lineal frente a la t\u00e9cnica de inserci\u00f3n de rotaci\u00f3n bidireccional. Quintessence (ed. Esp.) 2000; 13: 641-7.<\/p>\n<p>5. Guisado Moya B, Manso Platero FJ. Calatayud Sierra J, Carrillo Baracaldo JS. Influencia de las caracter\u00edsticas personales de los pacientes em el n\u00edvel de ansiedad, higiene oral, intensidad Del dolor a la punci\u00f3n de la anestesia infiltrativa y tratamiento dental. Av Odontoestomatol 1991; 7: 519-21.<\/p>\n<p>6. Peterson, Larry J., Ellis, Eduard., Hupp, James R., ET al. Complica\u00e7\u00f5es p\u00f3s-operat\u00f3rias. Cirurgia Oral e Maxilofacial. Editora Elsevier. 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2005.<\/p>\n<p>7. Haas DA, Lennon D. A 21 year retrospective study of reports of paresthesia following local anesthetic administration. J Can Dent Assoc 1995;6 1(4):3 19-20, 323-6, 329-30.<\/p>\n<p>8. Calatayud J, Manso FJ, Azanza JR, Serrano V. Estudio de los vasoconstrictores en las soluciones de anestesia dental. Arch Odontoestomatol 1987;3(6):339-54. Revisi\u00f3n muy completa de la literatura acerca de la interrelaci\u00f3n entre vasoconstrictores y soluciones anest\u00e9sicas.<\/p>\n<p>9. Rood IP. Adverse reaction to dental local anaesthetic injection&#8211;&#8216;allergy&#8217; is not the cause. Br Dent J 2000;189(7):380-4.<\/p>\n<p>10. Brown RS, Paluvoi S, Choksi S, Burgess CM, Reece ER. Evaluating a dental patient for local anesthesia allergy. Compend Contin Educ Dent 2002;23(2):125-8, 131-2.<\/p>\n<p>11. bello, Manuel da Fonte, LIberman. Gladys Miriam, Gonzalo Manuel Barreiro. Incidentes cr\u00edticos em anestesia no Uruguai- dez anos ap\u00f3s: estudo comparativo (1990-2000). Rev Bras.Anestes., Dez 2003, vol.53, n.6, p.814-832. ISSN 0034-7094.<\/p>\n<p>12. Nesi, Juan Armando&gt; El descubrimiento de la anestesia local. Rev. Argent. Anestes.; 43 (1): 1-4, 1985.<\/p>\n<p>13. Roulet, Ptr\u00edcia L.B, Camacho; Guedes pinto, Antonio Carlos. Anestesia local. Odontopediatria. S\u00e3o Paulo, Santos, 2003, p.513-529.<\/p>\n<p>14. Vasconcellos, R.J.H; Nogueira,R.V.B; Leal, A.K.R; Oliveira, C.T.V; Bezerra, J.G.B &#8211; Altera\u00e7\u00f5es Sist\u00eamicas Decorrentes do Uso da Lodoca\u00edna e Priloca\u00edna na Pr\u00e1tica Odontol\u00f3gica. Rev. Cir. Traumat. Buco -Maxilo-Facial, v.1, n.2, p. 13-19,jan\/jun \u2013 2002.<\/p>\n<p>15. Vasconcellos R. J. H., Lago C. A. P.,Silva E. D.O. Evolu\u00e7\u00e3o das T\u00e9cnicas Anest\u00e9sicas. Jornal da ABO\/PE. Sociedade Not\u00edcias \u2013 encarte cient\u00edfico n. 54\u2013jul\/<\/p>\n<p>17\/5\/2007<\/p>\n<p>Fonte: www.cispre.com.br<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marcosrochacoach.com.br\/7-passos-em-simples-para-aumentar-seu-faturamento-em-60-dias\/\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3882\" src=\"http:\/\/www.marcosrochacoach.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/banner-7-passos-468.gif\" alt=\"banner-7-passos\" width=\u201c468\u201d height=\u201c60\u201d \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os principais erros em anestesia podem ser minimizados, saiba como. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[178,193,28,20],"class_list":["post-23174","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cientifico","tag-anestesia","tag-artigo-cientifico","tag-dentista","tag-odontologia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Erros na Analgesia Local<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Os principais erros em anestesia podem ser minimizados, saiba como.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.odontosites.com.br\/odonto\/erros-na-analgesia-local\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" 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